viernes, 29 de noviembre de 2013

Fazendeiro urbano

Concluindo a saga das pimentas (que comprei em BH, usei pela primeira vez aqui, falei sobre a vida e quase morte aqui e o renascimento aqui), estão nascendo pimentas jalapeño lá em casa.

As duas primeiras fotos à direita mostram a primeira jalapeño que colhi em casa (uma só da pimenta e outra com um garfo ao lado, para dar noção de perspectiva).

E, nas duas fotos à esquerda, um guacamole que fiz usando minha home made jalapeño (já publiquei receita de guacamole aqui, então não vou publicar de novo: é a mesma receita, só que com pimenta recém colhida e picada).






E, para terminar o momento fazendeiro urbano, foto das três pimentas que colhi hoje cedo....

... e do pé de Ghost Pepper (que mencionei aqui e aqui), que está começando a dar flor (como dá pra ver na foto à direita) e gerar algumas primeiras pimentas.

A dúvida agora é: o que arrumar com Ghost Pepper em casa?!?

lunes, 25 de noviembre de 2013

Pudim de tapioca I (receita quente)

Recentemente, fui ao Café São Jorge aqui em João Pessoa (propaganda gratuita). Uma das coisas que comi lá de que mais gostei foi o pudim de tapioca - que, obviamente, quis fazer em casa.

Minha primeira tentativa foi esta: uma receita bem tradicional (vi versões parecidas em vários sites), em que o pudim é assado em banho maria.

Para ilustrar a tapioca granulada
Para o pudim de tapioca, a goma utilizada é diferente daquela usada para fazer tapioca de frigideira. A utilizada aqui é uma tapioca granulada (nos supermercados, costumo ver o pacote perto dos grãos - feijão, ervilha seca, grão de bico, etc... - a Yoki, outra propaganda gratuita, comercializa deste tipo de tapioca para sobremesas).

Ingredientes
250g de tapioca
600ml de leite
200ml de leite de coco
1 lata de leite condensado
2 ovos
gotas de essência de baunilha
coco ralado

Preparo
Misture o leite de coco, com 400ml de leite e 100g de leite condensado (eu queria que ficasse apenas levemente adocicado. Caso você prefira mais doce, aumente esta quantidade).

Leve a mistura em fogo brando (apenas para esquentar - não precisa esperar ferver).

Acrescente a tapioca e misture bem (para não empelotar). Não se assuste com o fato de a mistura ficar muito líquida nesse começo - depois de algum tempo, a tapioca começa a hidratar e a mistura ganha consistência.

Espere esfriar. Acrescente os 200ml de leite (ainda frios) para que a mistura não fique grossa demais.

Peneire as duas gemas (e acrescente algumas gotas de essência de baunilha) e misture bem. Acrescente as duas claras e despeje a mistura em ramequins.
Antes de assar em banho-maria

Leve ao forno, em banho maria, por, aproximadamente 40min.

Coloquei uma colher de sopa de leite condensado e um pouco de coco ralado por baixo da mistura - caso você queira fazer para desenformar, sugiro colocar uma calda de açúcar por baixo.
Após assar em banho-maria


 

Esta receita fica mais consistente do que a próxima que vou postar (que é uma receita fria).

Sirva, preferencialmente gelado, acompanhado de coco queimado e um pouco (bem pouco) de leite condensado.

E bom apetite!!

Pudim de tapioca II (receita fria)

Como eu disse no post anterior, recentemente, fui ao Café São Jorge aqui em João Pessoa (propaganda gratuita), adorei o pudim de tapioca de lá e tentei fazer uma receita parecida em casa.

Minha primeira tentativa foi uma receita quente bem tradicional, que ficou gostosa, mas não ficou com a textura que eu queria. Para tentar obter a textura que eu queria, resolvi fazer uma segunda rodada, mas agora com uma técnica fria (quer dizer: não vai ao fogo).

Reduzi a quantidade de tapioca (só pra lembrar, é da granulada, e não da utilizada para fazer tapioca de frigideira), tirei os ovos e acrescentei creme de leite.

Esta receita também pode ser desenformada (como dá pra ver na foto), mas ela não se sustenta por muito tempo - caso seu objetivo seja desenformar, sugiro acrescentar um pouco mais de tapioca à massa e deixar gelar por alguns minutos no freezer antes de servir (não testei, mas imagino que essa técnica funcionaria).

Ingredientes
200g de tapioca
600ml de leite
200ml de leite de coco
200ml (uma caixinha) de creme de leite
leite condensado
coco ralado

Preparo
Misture o leite de coco, o leite, o creme de leite e 100g de leite condensado (eu queria que ficasse apenas levemente adocicado. Caso você prefira mais doce, aumente esta quantidade).
Mistura antes de a tapioca hidratar


Acrescente a tapioca e misture bem (para não empelotar). Não se assuste com o fato de a mistura ficar muito líquida nesse começo - depois de algum tempo, a tapioca começa a hidratar e a mistura ganha consistência.

Guarde na geladeira de um dia para o outro.

Mistura após a tapioca hidratar
No dia seguinte, você vai reparar que a tapioca está bem hidratada (aproveite para provar o açúcar e, se necessário, acrescente um pouco mais de leite condensado e mexa bem) e despeje a mistura em ramequins.



Sirva gelado, acompanhado de coco queimado e um pouco (bem pouco) de leite condensado.

E bom apetite!

martes, 19 de noviembre de 2013

Caviar vegetal

O post é mais para falar sobre a técnica do que dar uma receita propriamente. Não sei exatamente qual foi a primeira vez que vi a ideia do caviar vegetal (à base de quiabo), mas um nome recorrente quando você pesquisa a ideia é o da Chef Roberta Sudbrack (coloquei algumas referências no fim).

A ideia, basicamente, é assar o quiabo inteiro por alguns minutos (ou passá-lo em uma chapa), para que as sementes absorvam a baba e inchem.

Repare, na foto à direita (do quiabo já assado), que as sementes estão bem aparentes no quiabo.

Caso você deixe o quiabo passar do ponto (e secar demais) no forno, pode trapacear deixando-o de molho em água gelada por alguns minutos (isso, é claro, se ele não tiver queimado).



Em seguida, basta abrir o quiabo...


... e retirar as sementes.

As sementes inchadas explodem na boca - o que lembra a textura do caviar.

Para finalizar, coloquei as sementes do quiabo em uma mistura de azeite e temperos.

Para servir, optei por uma releitura do clássico frango com quiabo mineiro: fiz uma polenta de milho verde, com ragu de frango (usando as coxas e sobrecoxas), com o caviar vegetal para finalizar.

Eu sei que a referência é suspeita, mas minha mãe (que estava visitando quando testei a receita) aprovou a ideia.

.. e antes que perguntem o que fazer a parte externa do quiabo: eu simplesmente piquei, temperei e comi (sem desperdício).

XD

Referências: Folha.uol.com.brGlobo.com

lunes, 11 de noviembre de 2013

...the circle of life

Nature finds a way...

Mais ou menos um mês atrás, quando a pequena se mudou aqui para casa, meu pé de jalapeños foi atacado e as flores - que prometiam gerar pimentas - se foram (só pra lembrar, a foto está aqui à direita).

Mas o pézinho se recuperou e já está com várias pimentas  amadurecendo... (cinco pimentas e uma dezena de flores, pra ser mais preciso).



A única dica - de fazendeiro urbano que eu deixo - é não deixar a flor cair por si só (como dá para ver nestas fotos aqui). Assim que o fruto começar a se formar, já pode arrancar (por ter esperado a primeira flor cair sozinha, a pimenta ficou levemente deformada - nada que impeça ou dificulte o consumo: é só pela estética do fruto mesmo).





Macarrão ao pesto de rúcula (indicação)

Estou realmente sem tempo para postar (foi mal aê...), mas ainda acompanho blogs e testo receitas de vez em quando (embora o tempo para comentar também esteja escasso).

Este macarrão aí está com um pesto de rúcula - receita do Gulosoesaudavel.com.br.

Indico a receita!

XD